Por: Capital 95 | 2026-07-06
A Justiça do Rio de Janeiro autorizou a penhora online das contas bancárias e de outros ativos financeiros da influenciadora Antonia Fontenelle. A medida faz parte do cumprimento de sentença da ação por danos morais movida pela atriz Giselle Itié. As informações são do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.A decisão partiu da 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca. Conforme o processo, a juíza Bianca Nigri determinou o bloqueio depois que a defesa de Giselle Itié informou que Antonia Fontenelle não quitou a dívida dentro do prazo previsto em lei, apesar de ter sido intimada em setembro de 2025.
Fontenelle ainda apresentou um agravo de instrumento na tentativa de modificar a decisão. No entanto, a Justiça não aceitou o recurso por considerá-lo “manifestamente inadmissível”. Por isso, o processo entrou em uma nova etapa de execução. Agora, a penhora online busca localizar valores disponíveis em contas e ativos financeiros para garantir o cumprimento da sentença.
O valor atualizado da cobrança chegou a R$ 109.985,30. A quantia reúne a indenização originalmente fixada em R$ 50 mil, além da atualização monetária, multa de 10% e honorários de execução, também fixados em 10%.
Origem da disputa entre as duas
A disputa judicial começou em 2021. Na ocasião, Giselle Itié revelou que sofreu assédio de um diretor de novelas no início da carreira. Depois disso, Antonia Fontenelle publicou vídeos em suas redes sociais com ataques direcionados à atriz.
Antônia Fontenelle já foi obrigada pela Justiça a voltar para o Brasil
Entre as falas, a influenciadora utilizou ofensas de cunho xenofóbico e mandou Giselle Itié, que nasceu no México, “voltar para o seu país”. Essas publicações motivaram a ação por danos morais apresentada pela atriz.
O que determinou a condenação de Antonia Fontenelle
Além do pagamento da indenização, a sentença também determinou que Antonia Fontenelle removesse os vídeos considerados ofensivos das redes sociais. Ao mesmo tempo, a decisão estabeleceu que a influenciadora realizasse uma retratação pública em seu perfil no Instagram, utilizando o mesmo espaço e o mesmo tempo de duração das publicações que continham as ofensas.
Entretanto, conforme informou a defesa de Giselle Itié no processo, não houve pagamento voluntário da condenação dentro do prazo legal. Como os recursos também se esgotaram, a Justiça autorizou a penhora online das contas e dos ativos financeiros da influenciadora para garantir a satisfação do crédito devido à atriz.
A decisão partiu da 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca. Conforme o processo, a juíza Bianca Nigri determinou o bloqueio depois que a defesa de Giselle Itié informou que Antonia Fontenelle não quitou a dívida dentro do prazo previsto em lei, apesar de ter sido intimada em setembro de 2025.
Fontenelle ainda apresentou um agravo de instrumento na tentativa de modificar a decisão. No entanto, a Justiça não aceitou o recurso por considerá-lo “manifestamente inadmissível”. Por isso, o processo entrou em uma nova etapa de execução. Agora, a penhora online busca localizar valores disponíveis em contas e ativos financeiros para garantir o cumprimento da sentença.
O valor atualizado da cobrança chegou a R$ 109.985,30. A quantia reúne a indenização originalmente fixada em R$ 50 mil, além da atualização monetária, multa de 10% e honorários de execução, também fixados em 10%.
Origem da disputa entre as duas
A disputa judicial começou em 2021. Na ocasião, Giselle Itié revelou que sofreu assédio de um diretor de novelas no início da carreira. Depois disso, Antonia Fontenelle publicou vídeos em suas redes sociais com ataques direcionados à atriz.
Antônia Fontenelle já foi obrigada pela Justiça a voltar para o Brasil
Entre as falas, a influenciadora utilizou ofensas de cunho xenofóbico e mandou Giselle Itié, que nasceu no México, “voltar para o seu país”. Essas publicações motivaram a ação por danos morais apresentada pela atriz.
O que determinou a condenação de Antonia Fontenelle
Além do pagamento da indenização, a sentença também determinou que Antonia Fontenelle removesse os vídeos considerados ofensivos das redes sociais. Ao mesmo tempo, a decisão estabeleceu que a influenciadora realizasse uma retratação pública em seu perfil no Instagram, utilizando o mesmo espaço e o mesmo tempo de duração das publicações que continham as ofensas.
Entretanto, conforme informou a defesa de Giselle Itié no processo, não houve pagamento voluntário da condenação dentro do prazo legal. Como os recursos também se esgotaram, a Justiça autorizou a penhora online das contas e dos ativos financeiros da influenciadora para garantir a satisfação do crédito devido à atriz.
